SAUDADES DE MIM...
Marlene B. Cerviglieri

Que saudades de mim!
Da menina cheia de sonhos...
De coragem, sem medo,
Sem mágoas.
Enfrentando o mundo,
Com todo furor...

Saudades da liberdade,
Do riso fácil,
Da falta de maldade,
Na inocência de um tempo
Que já passou...
E, sua marca deixou.



Se eu fosse o vento
Marlene B. Cerviglieri

Ah se eu fosse o vento!
Chegaria a ti
Envolveria sutilmente
Teu corpo

Provocaria arrepios
Se eu fosse o vento
Sopraria teus cabelos
Deixando-os revoltos,
Assim como teus pensamentos

Se eu fosse o vento
Faria com que perdestes
O fôlego...
Como num beijo rápido, mas longo!

Se eu fosse o vento!
Encanaria em teus aposentos
Admirando a beleza adormecida
De todos teus encantos

Se eu fosse o vento!
Tudo seria como um
Lânguido toque de amor
No mais demorado momento

Na caricia sensual
Rodopiando como em rodamoinhos,
Sempre te envolvendo
Com caricia,
Se eu fosse o vento!


As marcas na parede
Marlene B. Cerviglieri


Ainda estão lá às marcas na parede
Dizem alguma coisa bem sei
É justamente para eu não esquecer!
Estão firmes e posso vê-las
De qualquer lado até no espaço!

As marcas na parede... 
Representam um lugar no meu coração
Num passado distante
Onde foram guardadas
As grandes e eternas ilusões... 

Representam a captação de momentos
Preciosos talvez
Aparentes também
Não sei. 
São marcas na parede.

Volto ao presente e indolentemente
Vou guardando o que sobrou das
Marcas ainda permanentes
Dos retratos!
Um a um amarelados pelo tempo
Que agora só deixam marcas
No espaço, e nas paredes. 
Do tempo que muito se amou!


A dor da saudade
Marlene B. Cerviglieri

Lágrimas que não preciso,
A descer de meus olhos
Grave é o estado de minha alma,
Invadindo o meu ser.,
Meu coração machucado
Arredio há de estar,
Só você para me consolar...

Lagrimas que não virão,
Agora e nunca,
Gerando tristeza
Raiva e decepção
Ira interna
Magoa que não ficará,
Ainda que com sofrimento,
Serei forte em minha dor

Lagrimas que engoli,
Através de dor,
Gemendo nesta solidão,
Receberei nos meus sonhos,
Infinita alegria
Minha saudade
Ainda no peito ardendo
Sem você, meu grande amor!



O amor de minha vida
Marlene B. Cerviglieri


Não permitirias que chorasses por mim, nunca
E nem fosses o meu pensamento,
Mas queria ser o teu querer
Receber a tua segurança em meu coração.
Que velasses o meu sono,
E estivesses em meus sonhos!

Ser amparada em teus braços
Não sentindo nenhum problema
Seria o meu grande amor
Bem guardado em meu coração.

Não mais desilusões e sofrimentos
Estar no mundo real e junto caminharmos
De mãos dadas. Com sentimentos puros
Muito te amar!

Seria para ti o teu grande amor procurado
Pois para mim és e sempre serás
O grande amor de minha vida!
 

PRÓXIMO

BIOGRAFIA

 

 

 

 

 

 

 

l Página Inicial l Índice l Livro de Visitas l

 

 

Copyright © 2006,Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.
Todos os direitos reservados.

Publicado: 02.09.2006 Última atualização:  03.02.2010  

  

Você é o visitante número
 
Counter
 

Webdesigner:  Sonia Orsiolli