Poética Minha
Flauzineide de Moura Machado 

No que chamo de meus versos,
Falo às aves de amor;
Tentando fazer poesia,
Falo também da flor.

No que chamo de meus versos,
Falo das ondas do mar:
Tentando fazer poesia,
Faço rimas ao luar.

No que chamo de meus versos,
Escrevo tristeza, alegria:
Tentando fazer poesia,
Faço escritos todo dia.

No que chamo de meus versos,
Falo muito em vitória:
Tentando fazer poesia,
Repasso minha história.

No que chamo de meus versos,
Tenho muito a contar:
Tentando fazer poesia,
Fantasio o meu pensar.

No que chamo de meus versos,
Transpiro emoção:
Tentando fazer poesia,
Rimo com solidão.

No que chamo de meus versos,
Sinto muita saudade:
Tentando fazer poesia,
Abomino a maldade.

No que chamo de meus versos,
Clamo por nosso Deus:
Tentando fazer poesia,
Entrego-lhe os anseios meus.

No que chamo de meus versos,
Vou agora encerrar: 
Tentando fazer poesia,
Meu sonho vou embalar...




Tento renascer
Flauzineide de Moura Machado

Nasceu o sol, 
Eu já madura, 
A cada dia
Tento renascer.
Com esperança,
Coragem,
Vejo a felicidade,
Ao amanhecer.
São novas razões 
Que me fazem sonhar.
Já raiou a aurora,
E a minha história
Eu quero mudar.
Viver, cantar, amar,
Não mais sofre,
Não mais chorar,
Ser feliz, esse é o meu lema,
Sinto no meu íntimo
O criador do universo,
O Senhor Deus
Vai me ajudar.
 

PRÓXIMO

BIOGRAFIA

 

 

 

 

 

 

 

l Página Inicial l Índice l Livro de Visitas l

 

 

Copyright © 2006,Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.
Todos os direitos reservados.

Publicado: 02.09.2006 Última atualização:  07.03.2010  

  

Você é o visitante número
 
Counter
 

Webdesigner:  Sonia Orsiolli