SIMPLICIDADE... FELICIDADE 
Odone Antônio Silveira Neves 


Ser como os jardins, o horizonte sem fim 
Ser campos... cerrados... matas... 
Por que não pode ser toda gente assim? 
Ser como os gerânios, cor de âmbar nas janelas 
Ser como glicínios, cor de púrpura nos canteiros 
Por que não pode ser toda a gente assim? 
Com ou sem perfume as flores 
Enfeitando com suas multicores 
O interior do nosso jardim 
Por que não pode ser toda gente assim? 


MAIS UM DIA 
Odone Antônio Silveira Neves 


Que hoje soprem os ventos 
A favor da renovação 
Traga tudo novo de novo 
Nova esperança 
Novo ar 
Novo amor 
Nova ilusão 


VIM DE LONGE 
Odone Antônio Silveira Neves 


Vim de longe, muito longe, 
Onde aprendi uma canção 
Repetindo minhas estrofes 
Em rimas, versos, refrões 
Não importa onde eu esteja 
Vivo poesia, emoção 
Envolvendo os amigos 
No aconchego do coração. 


LAMENTO 
Odone Antônio Silveira Neves 

Lamento... 
O que perdi outrora 
O amor que não dei nem recebi 
Os fugazes momentos não vividos 
Que não mais retornarão... 
Todos os beijos perdidos 
As carícias não acontecidas 
Nunca é tarde para recomeçar 
Não resta apenas recordar 
É preciso acordar! 

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Publicado: 02.09.2006 Última atualização:  20.10.2009  

  

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