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SIMPLICIDADE... FELICIDADE
Odone Antônio Silveira Neves
Ser como os jardins, o horizonte sem fim
Ser campos... cerrados... matas...
Por que não pode ser toda gente assim?
Ser como os gerânios, cor de âmbar nas janelas
Ser como glicínios, cor de púrpura nos canteiros
Por que não pode ser toda a gente assim?
Com ou sem perfume as flores
Enfeitando com suas multicores
O interior do nosso jardim
Por que não pode ser toda gente assim?

MAIS UM DIA
Odone Antônio Silveira Neves
Que hoje soprem os ventos
A favor da renovação
Traga tudo novo de novo
Nova esperança
Novo ar
Novo amor
Nova ilusão

VIM DE LONGE
Odone Antônio Silveira Neves
Vim de longe, muito longe,
Onde aprendi uma canção
Repetindo minhas estrofes
Em rimas, versos, refrões
Não importa onde eu esteja
Vivo poesia, emoção
Envolvendo os amigos
No aconchego do coração.

LAMENTO
Odone Antônio Silveira Neves
Lamento...
O que perdi outrora
O amor que não dei nem recebi
Os fugazes momentos não vividos
Que não mais retornarão...
Todos os beijos perdidos
As carícias não acontecidas
Nunca é tarde para recomeçar
Não resta apenas recordar
É preciso acordar!

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