Confeitaria Colombo

 
Quem foi rei nunca perde a majestade!
 
         Rosa Pena
 
 
Água, café, chá, um olá. Com ou sem picles o seu sanduíche?
Chocolate entre versos escritos em guardanapos. Flores com cartão, Debret, quitutes, cultura urbana, emoção, ler Baudelaire sem tradução. Estilo único! Memória de uma cidade, memória de felicidade.

Descobrir vinho do porto num final de dia entrando pela noite. Em que lua? Certamente de mel ou quem sabe de morangos com creme?
Falar daquele soneto com gosto de pão doce, ver a moça elegante recitar Cecília, dar-se os braços, ouvir valsa, ver álbum de fotografia. Imaginar Fernando em pessoa. O antigo sempre novo. O jeans vestido de terno, o eterno bom gosto. Foi, é, será!
Vinicius de Moraes não morre. O belo fica e frutifica.

Ela tem magia. É um assombro.
De quem eu falo? Da confeitaria Colombo.

obs: poema da Ciranda Confeitaria Colombo
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Publicado: 02.09.2006 Última atualização:  08.06.2009  

  

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