Alfredo Mendes

Natural da Cidade de Lisboa que o viu nascer em 1933, desde muito jovem se dedicou à leitura. Com tenra idade, e talvez em consequência dos seus hábitos de leitura, aonde predominava a poesia, ensaiou a composição das suas primeiras quadras, com as quais enfeitava os vasos de manjericos, que tradicionalmente, e quase como que por obrigação, tinha de estar presente no meio da minúscula folhagem verde, do célebre manjerico. [ O tema das quadras era, continua a ser, o namorico e as fogueiras ]
Tradição essa que ainda hoje se mantém, por ocasião das festas dos Santos Populares. Santo António, São Pedro e São João.
Ao longo de muitos anos foi escrevendo para a gaveta, como é habito dizer-se.
Só em 1998, começou a colaborar com alguns jornais locais, que regularmente editavam os seu poemas, e posteriormente a concorrer a Jogos Florais.
Em 1999, primeiro ano nessas andanças, conseguiu três menções honrosas. Neste momento, Maio de 2006, possui : 4 Primeiros Prémios. 3 Segundos Prémios. 1 Menção Especial. 21 Menções Honrosas. Repartidas pelas seguintes modalidades: Soneto, Glosa, Poesia Lírica, e Quadra.
Não tem nenhum livro editado, nem pensa fazê-lo dado os seus elevados custos.
Influências? Tenta colher um pouco de todos os poetas, porque, bem ou mal, todos têm um pouco de si para nos ensinar! Adora a poesia de António Aleixo. Um POETA quase analfabeto, que se dava ao luxo de escrever poesia, na sua grande maioria superior a alguns ilustres e letrados poetas!

 

 

 

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Publicado: 02.09.2006 Última atualização:  21.05.2012  

  

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