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PEDRO
JORGE PEDERSEN BAPTISTA
nasceu em 23 de março de
1992, em Porto Alegre/RS.
Filho de Maria Alzira da Silva
Baptista e Pedro Jorge Homero
Pedersen Baptista. Estudante.
Secretário Geral e Acadêmico
Fundador e Efetivo da ALMA -
Academia de Letras Machado de
Assis, de Porto Alegre/RS,
Cadeira 4, Patrono: Manuel
Bandeira; Membro Efetivo do
Clube Infanto-Juvenil
"Erico Verissimo",
da Academia de Artes, Ciências
e Letras Castro Alves, de
Porto Alegre/RS; e, da Liga
dos Amigos do Portal CEN, de
Portugal. Começou a escrever
no Colégio Conhecer, onde
estudou. Em 2005, escreveu sua
primeira crônica "Meu
Primeiro Aniversário",
que faz parte da obra
"Olhares: Crônicas
Escolares". Desde 2007,
tem participado de promoções
literárias da AVSPE -
Academia Virtual Sala de
Poetas e Escritores, fundada
por Efigênia Coutinho, Balneário
de Camboriú/SC; dos
"Elos com Amigos",
da escritora Socorro Lima
Dantas; e, das Revistas
"A Gruta da Poesia"
e "A Gruta da
Poesia", do Portal CEN.
É co-autora dos livros
"Olhares - Crônicas
Escolares" e
"Palavras, A Linguagem da
Vida", publicados pela
CBJE, do Rio de Janeiro/RJ.
Participou dos E-Books:
"Palavras, A linguagem da
Vida" e "Natal -
Poetas Mirins", postados
no site Teia dos Amigos. e, de
Antologias e Coletâneas
Cooperativadas Nacionais e
Internacionais. Em 2008,
recebeu a Medalha
"Machado de
Assis"/RJ, pela participação
no livro
"Olhares..." e, em
2009, a Medalha "Antoine
de Saint-Exupéry"/RS, e,
o Troféu "Dom
Quixote"/SP, pela
participação no livro
"Palavras, A linguagem da
Vida". Gosta de ler,
escrever, brincar, sair com os
amigos, estudar e manter-me
informado, assim como ver
televisão, principalmente,
telenovelas. Aprecia muito
jornais, livros e revistas.
Mora com meus pais e minha tia
paterna. Ama viajar e visitar
seu sobrinho de dois anos no
Rio de Janeiro/RJ. É bastante
fraterno.
DESPEDIDA
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Estou sentado em frente à janela
numa tarde chuvosa de novembro
quando recebo uma notícia
que abala meu coração:
a morte da minha esposa,
justo quando pensava nela.
Desabo em lágrimas,
lembrando os momentos felizes
que passei,
as viagens que fizemos
sobre lástimas,
o tempo que vivi
e a sobra do que eu viverei.
No velório, não aguento a emoção
e desmaio; do além,
minha esposa chama alguém
para socorrer um homem
que sofre desde o mês de maio.
Um ano depois, minha vida
transforma-se num maldizer.
Estou muito doente
e novamente desmaio.
É a minha vez de eu morrer.

AMIZADE!
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Uma boa amizade nos faz
acreditar que a vida continua
sem obstáculos e desencantos.
A amizade é como uma flor;
deve ser cultivada
com carinho e amor.
Uma grande amizade
dá-nos paz e segurança,
assim como nos faz sonhar
com um futuro promissor.
Há verdadeiras amizades
que se revelam
ao longo da escolaridade.
Essas são como preciosos
tesouros, difíceis
de serem encontradas.
Um olhar pode expressar
emoções e sentimentos,
difíceis de serem explicados,
quando a amizade
é sincera e autêntica.

VOZES DE SETEMBRO
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Setembro um dos meses mais lindo do ano,
onde a alegria e a felicidade retomam,
após a penumbra e a nostalgia
que o inverno nos causa quando aparece.
Setembro, época em que comemoramos
o nosso grandioso amor pela Pátria
com doces lembranças da Proclamação
da Independência e uma semana repleta
de festividades pelo amor ao Brasil.
Setembro, em que recordamos
uma das piores tragédias já ocorrida
na história da humanidade:
a queda das Torres Gêmeas,
na maior cidade dos Estados Unidos.
Setembro, período para esquecermos
todos os problemas que ocorreram
durante a estação fria e pensarmos
no renascer da esperança e do amor.

ALEGRIA DE UMA LEITURA
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Uma boa leitura,
além de nos proporcionar
cultura e ensino;
provoca-nos grandes alegrias.
Gosto de comédias e dramas.
As comédias trazem
mais satisfação,
pois mostram divertidas situações
responsáveis risos descontraídos.
O drama também me dá alegrias;
embora transmita inevitável tristeza,
já que sua ação ocorre
em cima de uma dolorosa situação
repleta de intensa emoção.
Leitura... Alegria... Bem-estar!

O MEU LINDO JARDIM
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Há muitos anos, vivo numa casa
onde minha mãe dez, antes de morrer,
um lindo jardim, onde crescem
os mais lindos tipos de flores e plantas.
Em um dos canteiros, a orquídea
que plantei quando menino
dá, a cada dia, flores belíssimas
que me faz lembrar de minha mãe.
Todos os dias, converso, no jardim,
com a natureza, e ela me dá
de volta o lindo frescor das plantas.
Quando elas morrem, fico muito triste;
contudo, não entro em depressão;
pois sei que logo renascerão outras flores.

SE EU PUDESSE SER CRIANÇA OUTRA VEZ...
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Se eu pudesse ser criança outra vez,
gostaria de retornar
para a barriga de minha mãe
para ser paparicado, ainda no seu ventre,
ficando escondido e longe de todos.
Se eu pudesse ser criança outra vez,
ao nascer, choraria bastante
para estar sempre pertinho de meus pais
e, à medida que fosse crescendo,
faria muito dengo para conseguir tudo
o que eu desejasse.
Se caso apanhasse, berraria de raiva
o resto da infância pela surra que levara.
Ser criança é muito bom,
não temos obrigações
e ficamos quase todo tempo em casa,
dormindo ou sem fazer nada.

PRECES À NOSSA SENHORA
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Desde que cheguei ao mundo,
vivo apenas para o sofrer e a dor;
quero que isso mude em pouco tempo,
por isso faço preces à Nossa Senhora.
Não quero ter uma vida celibatária;
contudo, quando todos precisam de ajuda,
vão à minha pobre casa
e me pedem socorro para a salvação.
Tenho uma linda imagem de Nossa Senhora,
que, em um ano, realizou
dez mil milagres em minha pequena cidade.
Quando ela realiza os milagres, fico
muito feliz; logo, quando precisar de ajuda,
faça preces à Nossa Senhora.

VÉSPERA DE NATAL
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Sempre, acordo feliz pela manhã,
pois sei que, ao anoitecer desse dia,
reunirei a minha família
para uma festa inesquecível.
À medida que a tarde vai passando
e eu vou enfeitando a casa
para a ceia,
minha ansiedade aumenta.
À noite chega.
Convidados e familiares divertem-se
e, quando o relógio bate meia-noite,
todos gritam: "– FELIZ NATAL!"

CANÇÃO AO VENTO
Pedro Jorge Pedersen Baptista
Ontem, acordei alegre e feliz,
pronto para minha caminhada;
contudo, o dia estava ventoso
e resolvi ficar sozinho em casa.
Peguei um papel reciclado e bonito,
um clarinete antigo e uma flauta,
fiz um exercício com minha mente
e inventei uma bela canção ao vento.
A música dizia, de forma bem poética:
- O vento é uma manifestação da natureza
que representa o amor e a paixão.
Apresentei essa música no Clube Citadino;
misturei o som com a calmaria do vento
e fui aplaudido por todos os meus amigos.
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