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FREDERICO
FERREIRA DE SOUZA
nasceu em 1º de junho
de 1994, em Porto
Alegre/RS. Filho de
Cristiane Gaiger
Ferreira e
Wilton George Mendel
Esteves de Souza.
Estudante. Acadêmico
Fundador e Efetivo da
ALMA - Academia de
Letras Machado de
Assis, de Porto
Alegre/RS, Cadeira 32,
Patrono: Álvaro
Moreira; e, da Liga
dos Amigos do Portal
CEN, de Portugal.
Co-autor do Romance
Interativo: "Fantástica
história de um mundo
além da imaginação”,
publicado pela CBJE,
do Rio de Janeiro/RJ;
e, da Antologia
"A Vida é Um
Palco; Nós, os
Autores", no
prelo. Começou a
escrever, em 2005, na
5ª Série do Ensino
Fundamental. Em 2008,
teve um poema de sua
autoria publicado na
Coletânea
“Deslizes”,
organizada pela
Presidente ALPAS XXI,
de Cruz Alta/RS.
Participou dos E-Books
“Romance Interativo
- Fantástica história
de um mundo além da
imaginação” e
"Natal - Poetas
Mirins", postados
no site da Teia dos
Amigos. A partir de
2009, participou da
Ciranda "O que
colocaria numa
caixa?",
formatado pela
Webdesigner Sra. Sonia
Orsiolli e hospedado
no Blog do escritor do
Hermes Bernardi Júnior;
de promoções literárias
da AVSPE - Academia
Virtual Sala de Poetas
e Escritores, fundada
por Efigênia
Coutinho, Balneário
de Camboriú/SC; e,
dos "Elos de
Amigos", da
escritora Socorro Lima
Dantas, de Recife/PE.
É esportista; aprecia
comédias; cursa japonês;
lê diariamente
revistas em quadrinhos
japonesas e livros
estrangeiros. No
momento, a música tem
despertado-lhe
interesse.
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CANÇÃO DO EXÍLIO
Frederico Ferreira de Souza
Minha terra tem amor
como não existe noutro lugar.
Sua comida tem sabor,
levando-nos a sonhar.
Um dia teve lagos e cachoeiras;
Hoje, prédios e asfaltos.
As crianças brincam com máquinas;
não há sequer um pequeno mato.
Em minha terra, temos prazer em desafios.
Não tememos qualquer problema,
Embora digam que estamos por um fio
e ser tudo muito difícil.
Eu, graças aos desafios,
trago no peito um emblema
que comprova, não ter caído, no desvio
e ter aprendido que, com persistência,
tudo fica mais fácil.

O QUE EU COLOCARIA NUMA CAIXA?
Frederico Ferreira de Souza
Eu colocaria numa caixa
um par de patins;
uma bicicleta super veloz
e uma meiga e gentil girafa.
Hum! Para a girafa não sentir sede,
eu colocaria uma lata de soda limão,
além de onze cachorros;
uma mesa e um baralho.
Eu colocaria numa caixa
vinte e três tortas de banana;
um palhaço;
o retrato da minha mãe;
o bigode de meu pai;
um bote; uma baleia; um elefante
e um monstro com pernas de lebre
e braços de gorila,
mãos de canguru cobertas com luvas de boxe,
corpo de um lutador de “shinai”
e cabeça de um rinoceronte.
Ah! Por último e, não menos importante,
eu colocaria em minha caixa
uma cueca limpa.

CHUVA
Frederico Ferreira de Souza
Quando crianças,
curtimos brincar na chuva.
Se fosse pelos adultos,
que ficam o tempo todo reclamando,
não saberíamos
o prazer dessa aventura.
Chuva, gotas que caem das nuvens
e que, ao rolarem em meu rosto,
dão-me a sensação
de estarem lavando,
não só o meu corpo,
mas também, os meus pecados.
A chuva exerce fortes influências
sobre nós.
Quando suave, acalma-nos;
quando torrencial, angustia-nos.
No verão, refresca-me;
no outono, acalenta-me;
na primavera, conforta-me;
no inverno, relaxa-me.
O barulhinho da chuva soa,
aos meus ouvidos e ao meu coração,
como uma doce melodia.

ENSINO ESTAGNADO...
Frederico Ferreira de Souza
O que podemos esperar
quando a qualidade
do Ensino Médio está estagnada
e, a do Fundamental, ultrapassada?
Onde irá parar a educação
se não houver uma reforma de ensino
adequada e consciente?
O que fazer para motivar os estudantes?
A cada ano, as salas de aula
esvaziam-se mais e mais.
A educação deveria ser prioridade.
Povo sem cultura;
nação sem progresso.

CULTURA BRASILEIRA
Frederico Ferreira de Souza
O Brasil é conhecido
pelas inúmeras etnias
que compõem a sua população.
As misturas de raças são tantas
que é difícil definir nossas raízes.
valiosos da nossa cultura.
Há muitos aspectos e gostos
que unem o povo brasileiro.
Destacam-se a língua, a música,
o futebol e a poesia.
O futebol é conhecido
como o melhor do mundo;
a música está entre as melhores do mundo;
a poesia brasileira
é a mais bela e formosa,
conhecida mundialmente,
por sua simplicidade e harmonia.
Hum, quanto à língua,
todos falam a Língua Portuguesa,
cabendo a cada estado
dar um sotaque especial.

CHUVA, DORES E SONHOS.
Frederico Ferreira de Souza
Alegre e, ao mesmo tempo, triste,
interpretei o cair de uma gota em meu rosto,
como o lavar de meus pecados;
o perdão de meu passado
e a perspectiva de uma nova vida.
Perdi meu amor
e, em direção a chuva, corri.
Fui acolhido por um aconchegante vento
e, a água fria que caía,
minha tristeza, levou.
Ao chegar em casa, um banho quente tomei
e a morna água, ao meu corpo,
trouxe uma nova alma.
No jantar, a sopa confortou-me interiormente
e, ao dormir,
lágrimas derramei por minha perda.
Pela manhã, trovões trouxeram-se música;
melodia para um coração amargurado.
A chuva deixou-me sonolento
e, sofrendo, adormeci,
sonhando com os dias em que fui feliz.

LEVEZA DO SER...
Frederico Ferreira de Souza
Morri pelos outros;
vivi pelos outros.
Um monge budista da idade média, eu era...
Na fome, eu dava comida;
na sede, eu dava as poucas gotas d'água
de que dispunha.
Viajava com fome e sede,
mas, sentia-me feliz;
estava próximo ao Nirvana.
No entanto, numa aldeia,
que estava dominada de maus espíritos,
sacrifiquei-me.
Enterrado a dois metros abaixo da terra,
respirando por um bambu, fiquei;
por três dias sobrevivi
e, ao Nirvana, não cheguei.

HEXA
Frederico Ferreira de Souza
O Hexa em nossas mãos,
dominando a bola;
gol de todos os jeitos:
trivela, bicicleta, letra.
Um jogador vale por um time;
um goleiro, por cem;
um técnico, por nove
e, uma boa torcida, por mil.
No canto, laterais e meio
sem dó nem piedade
Não adianta rezar,
a Copa é nossa!
Os times competem,
nem sempre vencem.
No conjunto, é possível avaliar
quão longe conseguiram chegar.
A Muralha do Nosso País
não será quebrada;
Nossa Equipe tem Garra;
a Copa é Nossa!

ESPÍRITO NATALINO
Frederico Ferreira de Souza
O Natal é uma época
de amor,
de contentamento
e de amizade.
Independente da faixa etária,
o espírito natalino invade corações,
tornando-os fraternos
e afetivos.
Sempre vemos pessoas
ajudando crianças
e idosos necessitados.

POETRIX
AS BELEZAS DE PORTO ALEGRE
podem ser vistas nos parques,
nas graciosas ruas
e no Bairro Moinhos de Vento.
AS ÁGUAS SUJAS DO GUAÍBA,
um dia, foram azuis e límpidas
e suas praias
repletas de inúmeros banhistas.
O CENTRO DA CAPITAL
é como um grandioso restaurante
com variedades de comida,
cultura e raças.

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