|
ANDRÉ
SCHWAMBACH ALMEIDA
nasceu em 17 de junho de 1992,
em Porto Alegre/RS. Filho de
Anelise Schwambach de Almeida
e Adolfo Silva de
Almeida.Estudante. Secretário
Cultural e Acadêmico Fundador
e Efetivo da ALMA - Academia
de Letras Machado de Assis, de
Porto Alegre/RS, Cadeira 25,
Patrono: Eduardo Guimarães; e,
Membro da Liga dos Amigos do
Portal CEN, de Portugal. Começou
a escrever, em 2008, na 8ª série.
Seu primeiro Poema foi “O
que eu colocaria numa
caixa?”, publicado na Coletânea
“Deslizes”, da ALPAS XXI,
de Cruz Alta/RS. Co-autor do
Romance Interativo: "Fantástica
história de um mundo além da
imaginação”, publicado
pela CBJE, do Rio de
Janeiro/RJ; da Antologia
"A Vida é Um Palco; Nós,
os Autores", que está no
prelo; dos E-Books: “Romance
Interativo - Fantástica história
de um mundo além da imaginação”
e "Natal - Poetas
Mirins". A partir de
2008, participou de promoções
literárias da AVSPE -
Academia Virtual Sala de
Poetas e Escritores, fundada
por Efigênia Coutinho, Balneário
de Camboriú/SC; da
Ciranda Literária "O que
colocaria numa caixa?",
formatado pela Webdesigner
Sra. Sonia Orsiolli e
hospedada no Blog do escritor
do Hermes Bernardi Jr; e, dos
"Elos de Amigos", da
escritora Socorro Lima Dantas.
É crítico, ponderado e
alegre. Preferi escrever
poemas à prosa; é músico e
gosta de tocar cavaquinho

CANÇÃO DO EXÍLIO
André Schwambach Almeida
Na minha terra tem muitas árvores,
onde ficam os passarinhos.
Às vezes, o tempo não está bom;
noutras, temos um doce ventinho.
Na minha terra, o sol nasce num céu azul.
Nela há muita beleza
e, também, graciosa natureza,
a qual pode ser vista, sentado à mesa,
lendo uma boa revista.
No entanto, onde, hoje, encontro-me,
não tenho certeza do que vejo,
pois o céu é escuro e cinzento.
E assim, diante deste cenário triste,
encho-me de desejo
de a minha querida terra voltar.
Não consigo ver aqui, os encantos de lá.
Nesta terra há muita poluição
e ruas descuidadas e sujas,
pois seu povo tem por hábito
jogar lixo no chão.
Qual é a tua irmão?
Assim, os turistas de tua terra
não mais aqui pisaram
e para lá irão.
Minha terra tem belezas que aqui não há.

O AZUL DO MAR
André Schwambach Almeida
No azul do mar,
podemos navegar,
assim como apreciar paisagens naturais
e sonhar com a mulher amada.
Na praia, em contato com a brisa
e com a areia,
sinto-me alegre e feliz.
O ruído das ondas
soa-me como uma linda sinfonia.
Pássaros em revoada;
jovens a paquerar;
adultos a caminhar;
tudo nos transmite
emoção e encanto.
No azul do mar,
o amor se fortalece e revigora.

SAMBA
André Schwambach Almeida
Gênero musical com raízes africanas
que seduz a todos,
brasileiros ou estrangeiros.
Esse ritmo envolvente
é adorado
pelo povo brasileiro,
tornou-se um símbolo nacional.
Para dançar samba,
é preciso ter ginga
e graciosidade.
As crianças, desde pequenas,
sentem-se atraídas
por esse ritmo sedutor e fascinante.
Nele, há leveza, singularidade
e nunca será esquecido
por nós brasileiros.
Samba e cerveja,
roda de sonho
que encanta a rapaziada.

O CARRO QUE VOA
André Schwambach Almeida
Ontem, hoje e amanhã,
muitos robôs,
por isso, a tecnologia nos seduz
e conduz ao individualismo.
Homens acabaram de criar
um carro que, em segundos,
pode transformar-se
num transporte voador.
O carro nasceu com asas
e pode guardado
na garagem de sua casa.
Esse veículo que, hoje, voa;
no futuro,
que outras façanhas fará?

HOMENAGEM AO MEU AVÔ
André Schwambach Almeida
Meu avô paterno,
além de ser poeta,
era um bom criador de histórias
e um ótimo leitor.
Ao ler suas produções,
sejam prosas ou versos,
flutuamos no universo mágico
e fantástico da literatura.
Nele, encontrei um grande amigo
disposta a me proteger;
um belo exemplo de pessoa.
Meu avô de gosta de animais;
adorava futebol e olhar tevê
sempre com um carinhoso
e fraterno sorriso nos lábios.

COPA DO MUNDO
André Schwambach Almeida
No decorrer dos jogos,
muitos bonitos gols
serão marcados.
Que venham da equipe brasileira!
Na Copa do Mundo 2010,
o Brasil quer fazer uma linda história,
trazendo para nossos verdes campos
a glória de mais um título,
o Hexa.
Brasil... Brasil...
Mostra a tua garra e o teu jogo.
Chuta para derrubar o adversário
e fazer a Nossa Nação gritar cheia de glória.

O QUE EU COLOCARIA NUMA CAIXA?
André Schwambach de Almeida
Eu colocaria numa caixa
um sapato, uma moto,
um carro e um gato.
Ah! Eu também faria da caixa
um lugar para dormir, relaxar e cantar.
Eu colocaria numa caixa
um livro para ler
junto com uma amiga
que eu há muito quero ver;
um editorial de um jornal;
várias fotos de animais
e um exemplar dos anais
da Província Nacional.

ECOS D’ALMA
André Schwambach Almeida
Os ecos da minh’alma
são frios
e regados de suspiros.
Esses afloram meus sentimentos,
onde escondo segredos
de minha vida.
Ouço os ecos do meu coração
que, neste momento,
estão a bater por alguém
que correspondente à minha paixão
e conquistou meu coração.
Ao longe, uma suave música
que, lentamente, despertou
os ecos da minh’alma.

O NATAL
André Schwambach Almeida
No Natal,
boa parte da sociedade,
doa-se por inteira,
quando alguém precisa de si,
sendo amiga e fraterna.
Sem dúvida, ocupa os corações
de muitas famílias,
propagando solidariedade,
cooperação e amor.

POETRIX
AS RUAS DE PORTO ALEGRE...
embora arborizadas
tem poluição e organização
deixa bastante a desejar.
NOITES
ora escuras, ora brilhantes;
no entanto sempre ardentes e radiantes
transpassando-me grande alegria e paz.
AS ÁRVORES
quando florescidas embelezam e encantam
turistas e habitantes
que circulam mas ruas e parques.

|