Vento

      
  Dedicado ao escritor Luiz Poeta
                   (Luiz Gilberto de Barros)


Vou clamar pelo Vento
embrenhar-me ávida na pele
sentir o que ele trás
do profundo desconhecido
- sons em movimento!

Vou clamar pelo Vento
posto fora da gruta
desatando o silêncio
num sibiloso assobio
- o prazer do momento.

Vamos, vamos clamar pelo vento!
num clamor
dum convite enviado
ao sonho: chamando
do meu existir sedento.


Efigênia Coutinho
Balneário Camboriú
02/10/2008.

 

 

 


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