Efigênia Coutinho, A Dama da Poesia.
EFIGÊNIA COUTINHO
Manuel Jorge Monteiro de Lima

Como gostaria de ser poeta
dizer por palavras e carinho
Do Alfa ao ômega, sina reta
De uma Efigênia Coutinho
Que escreve os seus brocados
literários, tão perenes e sutis
como pingos de chuva abençoados
caídos do céu e ela diz.

"E sempre deixam raízes
em que o amor semeado"
Fazem as pessoas felizes
numa seara, o amor lavrado
eflúvios de violetas silvestres
ou essências de gardênia,
palavras, poesia, eruditos mestres
Entres eles, a poetiza Efigênia.
 

 

 


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Sala de Poetas
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2008

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