Efigênia Coutinho, A Dama da Poesia.
EFIGÊNIA COUTINHO
Manuel Jorge Monteiro de Lima
Como gostaria de ser poeta
dizer por palavras e carinho
Do Alfa ao ômega, sina reta
De uma Efigênia Coutinho
Que escreve os seus brocados
literários, tão perenes e sutis
como pingos de chuva abençoados
caídos do céu e ela diz.
"E sempre deixam raízes
em que o amor semeado"
Fazem as pessoas felizes
numa seara, o amor lavrado
eflúvios de violetas silvestres
ou essências de gardênia,
palavras, poesia, eruditos mestres
Entres eles, a poetiza Efigênia.