Efigênia Coutinho, A Dama da Poesia.
Manoel Virgílio
À Vate Efigênia, que é Coutinho,
Que faz a poesia ser amada.
Da “Sala de Poetas” fez um ninho,
No ninho a poesia, fez morada.
Quisera ser meu estro, eloqüente,
Nos versos que eu escrevo à vate nossa.
Importa ser, no entanto, competente,
P’ra, ver se, assim, meus versos ela endossa.
Seus versos, nos encanta em poesia,
A lira que derrama em seus poemas,
Nos leva, em belos sonhos, à fantasia.
Aqui, rendo homenagens à poetisa!
Queria, fossem, ricos meus fonemas,
Pois a rima rica, ao verso, eterniza!