Abraço-o com meus olhos num
encanto Acarinhando num sorriso de aurora Sem limites do
momento como um canto É o desejo de matar a saudades nesta
hora.
Vou enganando essa
cruel saudade Que guardei no passado da memória. E
num sonhar acordada, busco na realidade Enganar
essa tristeza de minha trajetória.
Fugazes são todos esses
tolos sentimentos Que sem fim se tornam mera
ausência. Quando tudo está perto, no exato momento, Tudo
esqueço porque parto sem clemência!
Quem me acompanha a
cada noite insone, Ou nas tardes de meu quente
verão Verá quem faz ninho na minha alma em
ciclone É a saudade, que mitiga em meu nobre coração.
Mas pela vida vou peregrina
caminhando , Tentando distrair de meu peito qualquer
dor. Pinto tudo de branco e vou transformando, Para
recomeçar com a base do Branco Amor!