Te amo como mar e
me esparramo
sobre a praia, que
és tu, cheia de vida,
e te pertenço além
da despedida,
além de mim, no
amor que te proclamo.
Te amo na tormenta
e me derramo
em teu corpo,
deixando-te embebida
nas águas da
paixão mais desmedida,
nas vagas dos
sonetos que declamo.
Talvez nem seja
mar, seja oceânico
esse marulho meu,
meio românico,
com que te chama o
vento em que te chamo.
Pacífico querer
mediterrânico
que se fez cárneo, que se fez orgânico,
a repetir-se:"Dio,
come ti amo!"
Presidente Fundadora
Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores