O POEMA
Efigênia Coutinho/Renato Alberto Moore


O que veio a ser
ficou nos lábios
ainda precisa ser dito
no sentir do desejo
o que ainda não foi dito
de corpos unidos,
escrito deve ser!...

Houve a claridade
de olhos fechados
houve, ainda o enigma!?
E nasceu a cisma...
A parte dar-se no todo
sem iludir a troca,
Que se da a parte...

Tenho sonhos,
feito de carinhos,
tenho cantos
soltos em sussurros,
difícil de conter
aos prazeres
difíceis de contar...

é preciso semelhança
no abrir os olhos
fazendo-se continuidade
em caminho único
O poema é citável...
Do encontro das mãos
é preciso alcançar.


O POEMA
Efigênia Coutinho

O que veio a ser
ainda precisa ser dito
o que ainda não foi dito
escrito deve ser!...

Houve a claridade
houve, ainda o enigma!?
A parte dar-se no todo
Que se da a parte...

Tenho sonhos,
tenho cantos
difícil de conter
difíceis de contar...

é preciso semelhança
fazendo-se continuidade
O poema é citável...
é preciso alcançar.


Setembro 2007

 

 


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Sala de Poetas
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2008

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