AVSPE
PRIMEIRA CIRANDA DE 2007 COORDENADA POR
Raquel Caminha, Membro Efetivo da nossa Academia,
que administra com glorias o evento!
CIRANDA... EU POESIA
iniciada por Faffi e Bernardino Matos Patrono AVSPE
Mande sua POESIA para
princesa44@secrel.com.br
Eu Poesia
faffi...
(Silva Giovatto)
Eu sou poesia!
Que fala de amor
Que fala de dor
Que fala de guerra
Eu sou poesia!
Sou harmonia
Sou música
Sou verso
Sou canção
Eu sou poesia!
Moro no ar
Moro no livro
Moro na canção
Moro no coração
Eu sou poesia!
Que germina a terra
Que faz o homem chorar
Que faz o amor exaltar
Eu sou poesia!
Que grita e clama
por uma paixão...
Que chora e reclama
de uma saudade...
Que mostra a realidade
em um simples verso,
trazendo uma lágrima,
um sorriso ,
uma saudade...
Em uma telinha de computador...
Em um pedaço de papel amarelado...
Em um livro dourado
eu estou...
Porque sou poesia!
Porque falo de amor.
31 / 07 / 2002
2.
NÓS POESIA!
Bernardino Matos
Eu também sou poesia,
sou o canto da saudade,
eu vim na estrela guia,
o elo da divindade.
Deus pôs em nós a semente,
que fez brotar o amor,
que afaga o carente,
alivia sua dor.
Ele me fez poesia,
pra versejar o carinho,
que rima com harmonia,
a ajardina o caminho.
Eu sou a fresta da vida,
a nesga do aconchego,
sou eu quem sopra a ferida,
por quem você tem apego.
Sou a réstia da esperança,
sou a fonte da magia,
sou quem teu olhar alcança,
quando bate a nostalgia.
Sou o canto da sereia,
sou o reflexo da aflição,
quando o coração vagueia,
num momento de paixão.
Eu sou o próprio gemido,
que ecoa no espaço,
por ter um amor perdido,
sou a dor do teu cansaço.
Eu sou teu choro sentido,
que teu coração aperta,
quando um ente querido,
de tua vida deserta.
Sou a lágrima que corre,
no teu semblante amoroso,
sou eu quem sempre socorre,
teu coração sequioso.
Eu sou a tua emoção,
o canto da cotovia,
o vazio da solidão,
eu sou tua poesia.
Sou tua realidade,
os altos e baixos da vida,
teu momento de verdade,
sou tua dor mais doída.
Sou o teu sorriso franco,
o toque do teu feitiço,
o declive do barranco,
eu sou o teu compromisso.
Eu canto a dor, a alegria,
a ilusão, o encanto,
pois eu sendo a poesia,
sou da vida o acalanto.
E, assim, meu universo,
é viver intensamente,
cantando em prosa e verso,
o sentimento da gente.
Eu sou de Deus a profecia,
o eco da eternidade,
eu sou sua poesia,
eu sou a humanidade.
Fortaleza, 29/12/06
3.
Eu gostaria de Ser
Lúcio Reis
Eu até pretendo um dia ser poesia
Desancorar meu barco nessa maresia
Nas ondas do mar encontrar
Uma linda sereia a me encantar
Com ela aprender versejar
Compor lindos versos para cantar
O amor, a paixão e o amar
Em cada ser, ou cada em mulher encontrar
A musa inspiradora de canção
Que só fale das batidas do coração
Daquelas que parecem explosão
De uma bomba atômica chamada paixão
Um dia ainda vou aprender
Com poetas e poetisas que por aqui já vi
A arte que Deus a eles deu, saber fazer
Metamoforse de dor em amor, e depois ri
Ri de felicidade e de prazer
Ri até chorar de satisfação
Pois ser poeta é saber
Ver, sofrimento e aflição
Não desanimar
Crer que o amor construirá
Um futuro à brilhar
Para todos um canto de ninar e belo sonhar
Um dia ser me tornar poesia
Poderei a eles, poetas e poetisas
Vir a me juntar e humildemente
Contribuir também para o mundo melhor ficar
Belém do Pará
30/12/06
4.
FRUTO DA IMAGINAÇÃO
Célia Jardim
Meu céu tem mais estrelas
meu sol mais brilho, mais calor
a lua é uma bela dama
as nuvens, lençóis macios
o arco-íris meu balanço
o infinito minha cama
Meu mar é calmo, agitado
segundo a minha vontade
ele se une ao céu
suas ondas são carícias
quando nas nuvens descanso
fazendo barquinhos de papel
Amor, tenho todos
e todos me querem bem
sou um misto de realidade e fantasia
cheia de encantos, sou mulher
sou tudo o eu que quiser
meu nome é poesia
5.
EU TAMBÉM SOU POESIA
CASTRO LIMA
Eu também sou poesia,
Vivo de fantasia,
canto feliz o amor,
Eu também sou poesia,
alimento-me de alegria, faço versos todo dia,
Afasto tudo que faz a dor.
Eu também sou poesia,
Vivo sempre em harmonia,
vivo a vida sem rancor.
E assim eu vou curtindo,
Os meus versos construindo,
colocando muito amor.
Fortaleza, 31/12/06
6.
A RIQUEZA DO POETA
(Marici Bross)
O poeta é rico.
E em sua essência.
Tem o coração a amar.
Em seus poemas, revela
Os guardados de sua alma.
Que é a sua riqueza de amar.
E ao mundo oferta.
A sua riqueza, o seu amar.
A vida e a todos, numa inspiração.
O poeta revela, o céu, as estrelas e o mar.
Pinta amores e paixões.
E do sofrimento, fala também.
Da inércia do ser humano
Ante tragédias e horrores.
E em seu livro de amores.
Transforma esta riqueza doentia.
Num lindo amar!
www.maricibross.com
7.
Eu queria ser poesia...
Maria Regina Moura Ribeiro
www.corujando.com.br
São Paulo, 31 de dezembro de 2006
Eu queria ser poesia
para a criança sorrir,
para o homem se apaixonar
ou para a mulher sonhar.
Mas sou somente poesia,
para idosos na enfermaria,
para cansados deficientes
ou para incuráveis doentes.
Poderia ser as duas coisas na vida?
Poderia também ser amor e paixão?
Independente da rima escolhida,
poderia falar somente ao coração?
8.
O Meu Saber
José Ernesto Ferraresso
Envolto nestas linhas
Um dia eu quis escrever
Quando alguém me incentivou
Um momento pude perceber.
Entrava neste mundo de sonhos
Reinava a palavra e o saber,
I nteragindo com vários amigos
Até que um dia consegui escrever
Satisfeito muito eu fiquei,
Entrava no mundo das letras
Reluzia em mim um pouco mais do saber.
P oetas de todos os lugares do mundo,
Onde passam suas idéias e seus íntimos,
Escrevendo maravilhas, bordando letras,
Sabe fazer acontecer,
Ilustrando com sinônimos e antônimos,
Alimentando minhas idéias e meu ego
consigo agora me conhecer .
Serra Negra
31/12/2006
9.
Eu Poesia...
Nelim Monti
Minh´alma tecida de ilusão
Nos meus olhos de mortal
Visões românticas e inacessíveis
Sonhos...Loucura...
Não importa!
Deles me alimento
Sou frágil e humana
Assim entre eu e a poesia
Vivo dividida
E...sem saber de mim...
Vivo perdida.
Sem a poesia o universo não é nada
Eu sonhadora,sou escrava da poesia
Que por instantes me ergue
Sobre suas asas.
10.
EU SOU A POESIA
Mário Osny Rosa
Que fala de alegria
Num momento de melancolia.
Que faz sua gritaria
Quando agridem a ecologia.
Que fala de amor
No encontro da harmonia.
Que pede clamor
Como uma bela sinfonia.
Que fala de dor
Vendo todas as agressões.
Sinto grande pavor
Dizimando muitas gerações.
Que fala de emoções
Acreditando sempre no futuro.
Com ardor no coração
É o meu Brasil que empurro.
São José/SC, 1º de janeiro de 2.007.
morja@intergate.com.br
www.mario.poetasadvogados.com.
PRÓXIMA
|