AVSPE E tendo como organizadora, nossa querida
Raquel Caminha, Membro Efetivo da nossa Academia,
que administra com glorias o evento!
Mande sua POESIA para
princesa44@secrel.com.br
SELO CLIQUE E RETIRE
O GRITO DOS POETAS!
Efigênia Coutinho
O Grito dos poetas fez-se eco
em meu ouvido, E eu não posso
deixar de escutar, quando sou
um pouco de cada um de
vocês neste Universo de Versos...
Alojaram-me em vossos
corações, donde brotam ternuras
do Ser Poeta, onde afagaram-me,
acalentaram-me para acender
os sonhos da Poesia e os embalar!
Inspiraram-me a esquecer essa dor!
Tudo é forte, imenso, intenso...
E o meu coração torna-se depositário
deste clamor , que me guia , me cobre,
abraçando-me de Sol e Poesia!
Queria ter comigo um tesouro de
alto valor... não tendo, contudo, o ouro
esse intento, esqueço...mas tenho o Amor
a ofertar-lhes, este de coração,
para poder expressar toda gratidão.
Dezembro 2006
MI GRITO
Cristina Oliveira
A los cuatros vientos grito,
yo estoy bien enamorada
y lo escucha un aerolito,
cuando grito apasionada.
Es un grito de alegría,
salido del corazón,
no lleva melancolía
solo lleva ilusión!
Le grito a la noche bella,
que bonito es el amor
es como brillo de estrella,
que me brinda su calor.
Que el mundo me grite loca,
por amanecer gritando,
aunque me cosa la boca
al estar por ti saltando!
En trova yo grito por ti
por todo el universo
mucho te ama colibrí
y aquí te lo digo en verso!
Cristina Oliveira
ECO
Luiz Poeta ( sbacem ) - Luiz Gilberto de Barros
Rio de janeiro - Brasil
O que grito de mim não me escuta,
É um eco perdido no ar;
Na triste solidão de uma gruta
Que repete o que eu quero gritar.
A palavra nem sempre é astuta,
Ela invade o vazio sem vê-lo;
Vai a pedra, fica a catapulta,
Vai a linha, acaba o novelo.
O segredo da voz é o silêncio,
Trampolim entre a dor e o grito,
Entre a lágrima, os olhos e o lenço,
Entre a chuva, o vento e o granito.
Meu sorriso é o vôo do que calo
Na planície do olhar que me fita,
Ao sorrir, meu silêncio eu embalo,
Meu sorriso é o amor que não grita.
Direitos autorais reservados
Escola Nacional de Música UFRJ
grito
joão evangelista rodriuges
um poema
não se ganha no grito
nem maior amor
nem mais bendito
poema é rito
plumagem
mito oculto na linguagem
após o grito de gol
de guerra
após de pedra fundar de sangue e sol
a idade do ouro
do sonho
a ambigüidade da vida
não se vence no grito nenhum abismo
não se abre no grito
os lábios
a porta do poema nenhum labirinto
arcos, 11 de dezembro de 2 006
joão evangelista rodriuges
Grito
faffi
Quero que meu grito ecoe para bem longe
Quero que se junte a outros gritos agoniados
Eu não quero guerra...
Eu quero paz!
Quero ver alegria em cada olhar
Quero ver felicidade em cada coração
Chega de tristezas
Chega de desavenças
Chega de acusações
Vamos gritar pedindo união,
nesse veiculo que aproxima as pessoas....
Vamos dar as mãos e fazer uma corrente de paz,
de união, de amizade...
Vamos plagiar Castro Alves,
que sonhava com a tal da liberdade...
'Feliz da araponga errante
Que é livre, que livre voa"
Vamos ser livres e voar livres,
errando ou acertando.
Quero escrever os meus versos
Quero poetar sem nada me atrapalhar
Quero gritar até perder o fôlego...
Eu Quero PAZ!
faffi/10/12/2006
Grito de Alegria
Dária Farion
Alegria de numa ciranda apertar as mãos dos poetas virtuais.
Alegria de, nas entrelinhas, sentir a alma dos poetas que em
aleluíticos
voôs nos fazem sonhar.
Alegria de poder enviar, a cada amigo do caminho,
a semente que traz esperança de troféus.
Alegria das emoções compartilhadas no brilho da AVSPE.
Alegria de não precisar pedir perdão.
Alegria de magnificar o amar com meus filhos.
Alegria pelo grito da minha alma,no silêncio mais alto:
Obrigada meu Deus por todas as Alegrias.
Dária Farion
GRITO
Tenho no meu peito um grito
Que só eu o sinto,
e me faz dor que só eu sinto e grito.
Amor quando voltas?
Tu disses-te
Que voltavas , não o fizes-te
Foi-se o vento e não voltou.
Eu, fiquei e não parti.
Ela, foi e não ficou.
Fiquei esperando por si...
Assim que o vento voltasse!
Ela também voltaria...
E que eu, por ela, aguardasse...
Fui esperando esse dia.
Disse que ia e voltava!...
Dona do meu coração.
Enquanto eu a esperava
Veio o vento, e ela não.
Nem tudo torna a voltar.
É como sempre se diz.
Se ela nunca mais chegar
Eu não volto a ser feliz.
Vivia feliz outrora...
Com alegria, e contente.
Foi o vento, e ela embora!
Voltou o meu sofrimento.
Disse que ia e voltava.
Partiu e não se importou.
Eu disse que a esperava.
Mas ela... nunca voltou!.
José Guerreiro
De Dortmund
O Grito e o Eco
ana ferreira trindade - Lisboa/Portugal
Neste mundo concreto
entre o afago e o gesto
há sentinelas nas estrelas
que zelam por ti
Menina mulher
Afastando segredos
Riscando o medo
Iluminando teu ser
Abençoado por Deus.
Nasceste Força e Alegria em mim,
Amor Maior
que eu completo
com o verdadeiro afecto
de que sou o grito
e tu o meu eco
GRITO
O grito não saiu.
Mas a garganta ele feriu.
A dor que infringiu
Não tem limites.
O brado alto ninguém ouviu
Só eu, no silêncio de mim.
Aquele grito de cuidado
Mesmo tudo estremecendo
Ninguém ouviu
Ficou perdido
Caído num canto
Esfolado,
esperneando,
mudo...
A voz mais parecia de animal
Acuado,
Enjaulado,
Prisioneiro.
O ruído estridente
Quente
Doente
De repente
Acabou silente...
Sossego aparente,
Quem dorme calmamente?
Tranqüilamente?
Ouço o grito da madrugada
Calada
Da jornada dramática
Do silêncio atordoante...
Ouço o grito dos passos
Que não chegam
Ouço o grito da consciência.
Acusadora!
Desumana!
Opressora!
Ouço o grito da menina
Na cama soluçando baixo...
Ouço o grito da infelicidade
Pois felicidade não foi feita
Para ficar escondida!...
Ouço o grito, calado, da decepção...
Ouço o meu grito...
Cansado,
O meu, só meu... grito.
Grito!!!! Grito!!!
Não!!!. Não é assim !!1
Isso não vai terminar bem!!!
Peço por Deus...
Grito: Deus!
Acode-nos.
Precisamos de ti
Com urgência...
Ouve meu grito
Que faço de tudo
Pra chegar aos teus ouvidos
Já que aqui não consegui.
Meu grito me dói...
Sinto dor no peito
De tanto gritar
E ninguém me ouve
Meu grito parou,
Escandalizou...
Magoou
Feriu
E não adiantou.
Deus, ouve meu grito!
Ouve meu chamado,
A menina está em perigo.
Ouve meu grito;
Meus tímpanos já doem
Os sinos já tocam,
Música?
Alta demais...
Abafa meu grito.
Grito meus ais para mim...
Pratica-se a violência
E ninguém enxerga?
Nem aos meus gritos?...
Falta ânimo até para gritar?
Não há espaços para pensar?
O meu grito não ocupa
Esse espaço?
Ele está vazio...
Eu grito... no vazio...
Da alma,
Da tristeza,
Da agonia...
Meu grito foi vencido...
Meu sonho esmaecido,
Derretido
Desfeito
Só lamento...
Meu grito..
Deixe em paz
O meu peito
Desfeito
Imperfeito
Meu grito, não me queime...
Faço-lhe este pedido
Pois, mesmo tendo morrido
De agonia,
Não fiquei louca
Te ouvindo
O tempo todo
À toa
Sem de nada adiantar...
Quem é que causa este grito?
Tem rosto?
Tem nome?
Tem endereço?
Eu grito: Quem é??????
Quem é este ser
Mutante,
Repugnante
Que chegou de repente
De forma tão prepotente?
Eu grito: que me escutem!
Por que se oculta?
Tem o que esconder?
Por que quer de alguém se valer?
Eu grito!!!! Griiitooo!
Banalidade,
Futilidade
Irracionalidade...
O dia amanheceu,
Meu grito morreu...
Se perdeu...
E a menina?
Não apareceu...
Eu grito:
Eu quero a menina!
A minha....
Grito...
No silêncio da sala vazia...
Mas grito...
E tenho certeza
que ela está ouvindo este grito
Porque é o grito de mãe
Que ama.
Tenho certeza que ela ouve
Porque o grito vem do meu útero.
Tenho certeza que este grito ela ouve:
O das entranhas...
Profundo... agudo...
autor: Marlene Vieira Aragão
www.marlenevieiraaragao.prosaeverso.net
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GRITANDO AMOR PARANA
Grito de amor por mi tierra grande,
La dulce esperanza de siempre, encontrarla
Donde el mundo existe “color esperanza”,
Halla donde un dia me vi. Que existía,
Tan grande mi alma lucho por tenerte,
Grito por ti que nadie olvide,
Que llevo tus aires y tu serenidad,
De ciudad grande, querida Entre Ríos,
Y grande muy grande los pájaros hacen nido,
Allá donde el cielo confunde a mi rió,
Allá donde todo mamamos tus aguas,
Allá quedo el niño que llevo por dentro,
Torrente Divino de Paz y salud,
Yo quiero decirle a mi tierra que espere,
Que en mis venas pasan rocíos de fuego,
Deje la esperanza de niña bonanza,
Te llevo en mí, cantando alabanzas,
Jamás confundí mi rió y el cielo,
Nací en Paraná, salida de un trébol,
De cuatro hojitas y un te quiero.
GLADYS OVADILLA (ARGENTINA)
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