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Ricardo
Martins Aragão
Ipuense
Cordelista e Cronista.
Filho
dos ipuenses Antônio Tarcízio
Aragão (Boris) - de saudosa memória
- e
Maria
Francelina Martins Aragão,
Ricardo Martins Aragão nasceu
em 30 de
março
de 1970, na cidade de
Fortaleza(CE).
O
nascimento na capital cearense não
foi programado, pois os pais de
Ricardo
haviam planejado apenas a compra
de seu enxoval naquela cidade,
mas
talvez “com pressa para
conhecer o mar”, Ricardo veio
ao mundo
durante
essa viagem, quase um mês antes
do previsto, nascendo longe de
sua
terrinha
do coração (Ipu).
Ricardo
Aragão passou toda a infância
e adolescência em Ipu(CE),
terra natal
de
seus pais, onde estudou em colégio
de freiras no ensino infantil e
fundamental
e o ensino médio (curso científico)
noutra escola da cidade.
Na
juventude, mudou-se para
Fortaleza(CE), para concluir o
segundo grau e
prestar
vestibular. Não logrou êxito
nas primeiras tentativas em
cursar uma
faculdade,
o que o motivou a retornar para
Ipu e tentar outras
alternativas,
inclusive
trabalhando no comércio.
Formou-se
em Pedagogia pela Universidade
Estadual Vale do Acaraú de
Sobral(CE),
em curso de licenciatura plena
ministrado em Ipu.
Por
dois anos, lecionou História
Geral e do Brasil em escolas públicas
e
trabalhou
como Orientador Pedagógico em
curso supletivo em Ipu.
Em
1995, prestou concurso para
Oficial de Justiça Avaliador
para o Tribunal
de
Justiça do Estado do Ceará,
obtendo aprovação e sendo
lotado, em 1999,
na
cidade de Icó(CE), onde passou
cinco anos, mudando-se para
outras
cidades
do interior do estado até,
finalmente, ser lotado em sua
cidade (Ipu).
Motivado
pelo oficialato, cursou pós-graduação
na área jurídica, tornando-se
Especialista
em Administração Judiciária
pela Faculdade Ateneu /
Instituto
Educare
em Sobral(CE).
No
campo literário, Ricardo mantém
um blog (Ipu em Crônicas) de crônicas
e
versos de sua autoria, onde
procura divulgar a cidade de Ipu
e a Cultura
Nordestina,
especialmente o cordel.
Tem
diversas crônicas publicadas em
sítios eletrônicos e jornais
da cidade de
Ipu,
além de três cordéis
impressos e publicados no Rio de
Janeiro(RJ), um
deles
em parceria com a cordelista,
membro da Academia Brasileira de
Literatura
de Cordel – ABLC, Dalinha
Catunda. Sendo sua publicação
mais
importante,
o cordel em que Ricardo
homenageou seu pai, sete dias após
sua
morte
(Boris – Uma História, Uma
Saudade!).
Em
2010 Ricardo Aragão fora
convidado para a Academia
Ipuense de Letras,
Ciências
e Artes – AILCA, aceitando o
convite e tornando-se membro
efetivo
dessa academia, da qual ocupa a
cadeira nº 28, que pertenceu ao
seu
pai,
Antônio Tarcízio Aragão, e
que tem como patrono o médico
ipuense Dr.
Francisco
Araújo.
Ipu(CE),
30 de março de 2010.
WEB
- http://www.ipuemcronicas.blogspot.com/
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