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MILTON
JOSÉ PANTALEÃO
já nasceu gremista,
em Porto Alegre
, em um distante 20 de dezembro
do século passado. Cursou o
Fundamental no Colégio São João
Batista. No Colégio Rosário
formou-se como Técnico
em Contabilidade. Na PUC-RS
graduou-se
em Ciências Políticas
e Econômicas. Aos 15 anos de
idade, começou a trabalhar no
escritório de uma indústria química.
Quando cursava o último ano na
Faculdade de Economia, em sala
de aula submeteu-se a seleção
realizada por diretores da
General Electric. Aprovado com
distinção, foi convidado a
ingressar na empresa, na condição
de “trainee”, para cursar o
Business Training Course,
preparatório para funções
gerenciais nas áreas
financeiras e administrativas,
em São Paulo. Casou
com a Iara e ambos foram de
armas e bagagens enfrentar o
desafio na então longínqua
paulicéia. Foi bem sucedido no
curso de três anos,
graduando-se em primeiro lugar e
como prêmio conquistou a
oportunidade de conhecer a
Venezuela, sua primeira viagem
internacional pela empresa. No
retorno ao Brasil, foi convidado
a gerenciar a filial da empresa
na cidade de Recife e aceitou.
Junto com a mulher e seus dois
filhos paulistas, Milton e
Vivian, tocou-se para o
Nordeste. Sua área de atuação
abrangia o norte e o nordeste,
de Alagoas ao Amazonas. Suas
constantes visitas àquela região
acentuaram nele o sentimento de
inconformidade com as
desigualdades sociais vividas
pelas populações daquele
Brasil. Após três anos
gerenciando a filial, aceitou o
convite para participar da
implantação e gerenciamento de
uma nova fábrica de lâmpadas e
medidores na Região
Metropolitana de Recife.
Permaneceu por mais três anos
na cidade, onde nasceu mais um
filho, o Gerson. Passados os
seis anos de vida nordestina, um
retirante às avessas, retornou
a São Paulo para desempenhar
outras funções na GE. Após
mais três anos de paulicéia, a
família decidiu retornar ao Rio
Grande. Sua experiência
profissional na empresa
multinacional foi altamente
gratificante. Teve oportunidade
de aperfeiçoar seus
conhecimentos técnicos em vários
cursos internos, tanto no Brasil
como no México, Estados Unidos
e Chile. Desde então buscou seu
próprio caminho empreendedor.
Atualmente,
em Porto Alegre
, dirige uma empresa de
assessoria empresarial. Desde a
adolescência, o Milton gostou
de ler. Seus autores preferidos
eram Arthur Conan Doyle, Jorge
Amado, Agatha Christie, Gabriel
Garcia Marques, Alexandre Dumas,
Josué Guimarães, Edgar Alan
Poe, Luiz Fernando Veríssimo,
Victor Hugo, Harold Robbins,
Moacyr Scliar, Sidney Sheldon,
Frantz Kafka, Stephen King,
George Simenon, Ian Fleming, Júlio
Verne, Frederick Forsyth e
outros. Em 1990, decidiu freqüentar,
por alguns meses, a oficina de
literatura do escritor Charles
Kiefer, onde conheceu as técnicas
da escrita e assimilou muitas
delas. Começou escrevendo
contos, muitos irreverentes, e
deles surgiu uma coletânea de
21, à qual batizou de “Histórias
e Contos Des-Contados”, posteriormente
publicada em 2003. Antes, as
atividades empresariais geraram
necessidades de produção literária
em que o Milton teve a
oportunidade de desenvolver suas
habilidades de escritor como
coautor de livros técnicos,
voltados à sua profissão, tais
como “Construção
Civil – Aspectos Tributários
e Contábeis” (1998, 2003 e
2009) e “Atividades
Imobiliárias” (1999, 2003 e
2006). Tais publicações
deram base para uma nova
atividade: a de professor de
cursos profissionais em instituições
de ensino técnico. Amadurecido
com as experiências da coletânea
de contos e os livros técnicos,
partiu para a realização de
seu desejo, o maior desafio: o
romance. Assim, primeiro
publicou “Meus
Amores, Odeio Vocês” (2004), lançando
um estilo próprio de escrever e
caracterizar seus personagens.
Após, brindou a todos com o “O
Preço Amargo do Ciúme”,
(2006) marcando definitivamente
seu estilo literário. No
momento, estamos todos no
aguardo da produção que está
no forno, em processo de produção,
já titulado como “Fragmentos
de Volúpia”. Seus leitores já
sabem o que esperar. Milton
passou a fazer do ato de
escrever parte de sua constituição.
Publicou diversos artigos na
Revista do Conselho Regional de
Contabilidade – RS e foi,
durante dois anos, colunista de
Economia do semanário “Folha
Regional” de Cachoeirinha/RS.
Tem
ainda participado com seus
contos de várias coletâneas
promovidas por diversas instituições
literárias.
Recentemente, foi trazido
para os movimentos literários
pela escritora e amiga Joyce
Krischke. Passou, então, a
participar de entidades como
Associação Gaúcha de
Escritores Independentes, Poetas
del Mundo, Casa do Poeta
Riograndense, Associação Gaúcha
de Escritores, Cappaz, Alpas XXI
e finalmente a Academia de
Artes, Ciências e Letras Castro
Alves. Em algumas delas
participa da Diretoria.
Com o vírus do livro
contaminando seu sangue, ampliou
suas atividades literárias
passando a editar livros para
terceiros, através da Alternativa
Cultural.
Para o Milton, essa é
uma tarefa mais do que
gratificante, pois a literatura
contribui para melhorar a vida
de todos! Membro
Efetivo
da
Academia De Artes, Ciências e
Letras Castro Alves,
Cadeira
Nº. 04, Patrono:
Alceu de Freitas Wamosy.
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