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Maria
João Brito de Sousa nasceu
em Lisboa, Concelho de Oeiras, a
4 de Novembro de 1952.
Teve
o privilégio de conviver,
durante a infância e adolescência,
com alguns dos mais consagrados
nomes da literatura portuguesa
do séc. XX e cresceu num
ambiente onde diariamente se
cultivavam a Pintura e a Poesia,
recebendo dele fortes influências
que lhe permitiriam desenvolver
a sua herança genética que
ganhava forma, na poesia e no
desenho, desde os seus primeiros
anos de vida.
Casou
muito cedo e durante quase
trinta anos dedicou-se
exclusivamente às tarefas de
esposa e mãe, pouco tempo lhe
restando para se dedicar às
Artes que nunca deixaram de a ir
chamando. Em 1999, após um
doloroso divórcio, renasceu,
imperiosa, a necessidade de
criar. Em Janeiro de 2000
inaugurou a sua primeira exposição
individual de pintura em Lisboa,
na Voz do Operário, à qual se
seguiram dezassete exposições
colectivas, sempre na qualidade
de membro da associação de
Artistas Plásticos Paço de
Artes, da qual se tornou sócia.
Foi também no Salão Nobre
desta associação que, em 2007,
inaugurou a sua segunda exposição
individual; Auto-Retrato.
Participou também, em 2007, no
leilão “Telas de Esperança”,
no Salão Paroquial de Stº. António
de Nova Oeiras.
No
campo da Poesia, iniciou uma
extensa produção de sonetos
formalmente clássicos, em
Janeiro de 2008, tendo publicado
o seu primeiro livro, Poeta
Porque Deus Quer, em Janeiro de
2009. Antes da publicação
participou no Concurso de Poesia
em Rede no Sapo, onde ganhou o
primeiro prémio “ex aequo”,
com o soneto Territorialidade
que dedicou à vila de Oeiras
onde terminou o curso
complementar dos liceus e onde
reside desde 1972.
É,
desde 2005, membro da Associação
Portuguesa de Poetas, para a
qual entrou pela mão da actual
Vice-Presidente, a poetisa Virgínia
Branco.
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