MULHER MÃE
Mário Osny Rosa

Dessa mulher sem nome
Dessa mãe sem pai.
Quem lhe deu o codinome
Mas, ela não cai.

Dessa mãe sem filho
Que canta seus aís.
Sem ter estribilho
Logo na beira do cais.

Com todo o seu brilho
Mulher que não encontrou.
Na vida algum empecilho
Mesmo não tendo filho.

Nesse domingo que antecede o dia das Mães,
Aqui fica a minha homenagem.
A mulher anônima que foi também mãe.


ISABELLA

MOR

Sensação de impunidade
Num momento agressivo.
Com tanta publicidade
Parece caso inexpressivo.

De tudo que foi escrito
Daquilo que foi ouvido.
Depoimento incisivo
Sempre bem comovido.

Com quem estaria a verdade
Dessa mais louca inocência. 
Que bandido mais covarde
Que não assume a ocorrência.

Aquela pobre inocente
Deveria ressuscitar.
E ser uma depoente
O assassino mostrar.

Mais um crime sem solução
Nos meandros da criminalidade.
Que comoveu os corações
Logo sem qualquer punibilidade.

São José/SC, 16 de abril de 2008.

DIA MUNDIAL DA PAZ
Mário Osny Rosa

Naquela bela manhã
Lá do dia primeiro.
Como um talismã
Deste mês de janeiro.

Que o sol não se apague
Mas continue brilhando.
Que nessa bela passagem
No ano novo entrando.

Todo o povo saudando
No dia mundial da PAZ.
O abraço já vai dando
Sejam mesmo capazes.

São José/SC, 1º de janeiro de 2.008.
 

 

 


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