Efigênia Coutinho

A Vate tão querida, a Efigênia,
Criou para os poetas, a Academia.
A todos os Poetas, peço vênia,
Eu louvo da Efigênia, a ousadia.

P’ra gênios bem tratar só uma “gênia”
E, isto, é o que bem faz a Efigênia.
Também, bem faz, as suas poesias
Que levam as pessoas à fantasias.

Poeta que bem trata do amor
Retrata, com amor o seu labor,
A fonte, que nos traz essa alegria:

De, hoje, termos nossa Academia,
Que é na Internet, virtual,
Um bem, que dá um orgulho, bem real!

Manoel Virgílio


Amigos da AVSPE

Eu cito num soneto alguns amigos
Que nessa Academia têm abrigo.
O Victor, a Efigênia e o Cristal
Malu, Socorro, Ceres, Marcial.

A Márcia, a Tomich e a Odete,
Princesa, a Trujillo, Scarpa e Deth!
Liany, Marcos Loures, Sueli;
O Sanches, Benedito e a Nancy.

A Carmo, Lino Vitti e o Tarcísio;
Assis, Rodrigues Neto, Maciel,
George, Luli, Teka, Samuel.

O Sávio, a Abensur, Lucia Benício;
A Naida, a Fiúza e a Pelicano.
Com Caio, finalmente, desço o pano!


Manoel Virgílio



Efigênia Coutinho, A Dama da Poesia. 
Manoel Virgílio 


À Vate Efigênia, que é Coutinho, 
Que faz a poesia ser amada. 
Da “Sala de Poetas” fez um ninho, 
No ninho a poesia, fez morada. 


Quisera ser meu estro, eloqüente, 
Nos versos que eu escrevo à vate nossa. 
Importa ser, no entanto, competente, 
P’ra, ver se, assim, meus versos ela endossa. 


Seus versos, nos encanta em poesia, 
A lira que derrama em seus poemas, 
Nos leva, em belos sonhos, à fantasia. 


Aqui, rendo homenagens à poetisa! 
Queria, fossem, ricos meus fonemas, 
Pois a rima rica, ao verso, eterniza! 

Teus Olhos
Manoel Virgílio


Eu vejo nos teus olhos um brilho imenso,
Que, verdes, como os mares, são intensos;
Refletem, da poeta, a inspiração,
Sublime em maior ato, ... a criação!

Quisera, minha rima fosse forte,
Ter estro, com valor de grã poeta.
Meu verso ter, assim, u'a melhor sorte,
Versar com sensação, qual um esteta.

Teria, dessa forma, a condição,
Que em versos, dos teus olhos, cor de jade,
Tão lindos, na manhã, belos na tarde,
Pudesse eu descrever a sensação.

No olhos, tua emoção muito reluz,
Teu verso, no entanto, é que a traduz.


Uma homenagem aos poetas dessa 
"Sala de Poetas", 
com o abraço do 
Manoel Virgílio.

À Sala de Poetas

Eu faço, nestes versos, homenagens,
A todos que são nossos personagens.
Freqüentam essa sala de poetas,
E em versos, da beleza, são estetas.

Proclamo, a Coutinho, Efigênia,
A Dama consagrada: grã poeta!
À mestra em poesias, peço vênia,
Que eu louve sua sala, sua meta.

E loas, teço a Daniel Cristal!
Relevem meu soneto se é mal...
Eu sei que poderia ter mais valor,
Mas verso, humildemente, por amor.

Amor a quem, o estro, tem fluente:
- Poetas que, no mundo, são mais gente!

Manoel Virgílio
 

 

 


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2006

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