PARA
EFIGÊNIA
Efigênia, a
f´E´licidade,
eu
penso, não é o sol
que
subindo do arrebol
nos
renova a mocidade?
Quem
sabe a felicidade
está em
nós e é o solfejo,
o sopra
do realejo
que
inspira o amor e a bondade?!
Sou
feliz porque me ponho
no
trancelim do meu sonho
realizando
meu desejo...
Triste não,
sempre risonho,
no trancelim
do meu sonho
moço e
feliz eu me vejo...
João
Justinianiano da Fonseca
PARA
EFIGÊ.
13-08-06.
A Efigê, terna amiga,
uma palvra de fé,
e de luz, uma cantiga
de dizer o bem que é
ser seu amigo e confrade.
Querida amiga, a amizade
é a força que nos segura
a paz e a luz da bondade,
a esperança que perdura
o amor, o sonho, a harmonia.
Deus nos dê muita alegria,
mais tempo para viver
e compor nossa poesia
de sentido bem querer,
de amor e fé, de alegria!
cantiga
João
Justinianiano da Fonseca
A Esperança
João Justiniano - Salvador BA
Gêmea comigo - vem de manso, manso,
e sem ruído os passos me seguindo
Está no meu trabalho e no descanso,
à minha mesa. É de um desvelo infindo!
À hora de dormir, chega de leve
e toma o seu lugar em minha cama.
Comigo dorme e acorda, é lenta ou é breve
respira, e pensa, e dialoga, e ama.
Comigo está nos sonhos mais diversos,
nos medos, nos cuidados, nestes versos...
Não chora, ri - nunca se zanga, é mansa!
Tão apegada assim, irá comigo
de certo ao mesmo fim e a igual jazigo,
minha terna e dulcíssima - ESPERANÇA.