Segredo.
Pinhal Dias
Se a vida tem mistério e segredo!?
São vírus, são rostos de impedimentos
Que envolve a novela do enredo
Fragmentos iníquos dos pensamentos
Apuram-se factos de admiração
Ver os pirilampos, de asas enérgicas
O porquê… está na Lei da atracção
Corpos celestiais são forças angélicas
Força, vontade, com poder, mudar
Romper com todos os medos do azar
Com sonhos de amor e vida feliz!
A sobreviver ao leite materno
Abraçar o amor que fica eterno!
O Sol aquece... E quem o contradiz?! ...
Pinhal Dias (Lahnip) – Amora / Portugal
(In: “Palavras ditas no tempo certo”)

Se não mudam a lei…mais acontece.
Tombaram a revolução de Abril
Uma vergonha, sem identidade
O Euro que abafou a nota mil
Apenas restou-nos a Liberdade
Políticos que andam desalinhados
A reforma, sem saúde arrefece
Nos jornais serão todos revelados
Se não mudam a lei…mais acontece
A moeda inglesa bem valorizada
A Alemanha conduz autorizada
A França rodopia o que sofreu
Se tudo isto aconteceu? … Foi mal!
Aumentou os roubos em Portugal
Embrulhos da crise e foi isso que deu
Pinhal Dias (Lahnip) – Amora / Portugal
(In: “Palavras ditas no tempo certo”)

São ladrões amontoados de riqueza.
«AR» a fluir com cenas teatrais
Artigos que aprovam na hora morta
Círculo de circo, com gente a mais
“Quem vier atrás que feche a porta”
É máfia de gente mal apostada
Na volta isto não vai ficar assim
O sol rompendo a nova alvorada
E o mandato não chegará ao fim
Razão das riquezas em Gibraltar…
Que foram desviadas do nosso altar
Deixaram Portugal com mais pobreza
Fados, com choros de poesia, sem rima
Salões de elite…que bebem chá de lima
São ladrões amontoados de riqueza
Pinhal Dias (Lahnip) – Amora / Portugal
(In: “Palavras ditas no tempo certo”)

Com sebenta estudada dos padrinhos.
Quem cospe no chão e anda risonho
É um asqueroso que a vida entristece
«SOS» ditou frequência de sonho
Uma réstia de miséria que padece
O tempo derrapou, sem solução
Os políticos enriqueceram…
Delinquência nocturna, por adição
Mães choram os filhos que perderam
Foi lenha e talvez cavaco amontoado
Com várias reformas, diz-se arreliado,
Que mal chega pra cobrir seus impostos
Políticos… Pobres e coitadinhos!?
Com sebenta estudada dos padrinhos
Mais impostos que andam sobrepostos
Pinhal Dias (Lahnip) – Amora / Portugal
(In: “Palavras ditas no tempo certo”)

A bolha pode rebentar.
Portugal país de navegadores! …
Hoje a ruir, com direitos perdidos
Portugal nas mãos dos perdedores
Foi abalroado e perdeu os sentidos
Mas a comida continua nos tachos
Macacos por bananas são gulosos
Crocodilos nas margens dos riachos
E o mar volta-se contra os tenebrosos
Se foge a raposa, por ser esperta!?
Foi o Sentinela que gritou o alerta…
Na reviravolta…toca a marchar
Alguém adormeceu nesta viagem?
Ao fervilhar borbulhas d’engrenagem…
Dizem que: - A bolha pode rebentar
Pinhal Dias (Lahnip) – Amora / Portugal
(In: “Palavras ditas no tempo certo”)

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